Flores, tantas cores
Tantos versos
Muitas palavras
E um frio incalculável
Capaz de endurecer meu coração.
Quanta solidão,
Apesar das flores,
Dos versos, das palavras.
O arco-íris ficou branco
O meu olhar ficou sem brilho
Tudo ao meu redor parou
Não sinto os meus pés
Minhas mãos estão ásperas
Acabou a suavidade
Uma letargia tomou conta de mim
Meu coração já não responde
Está frio, quieto.
De uns dois anos para cá, passei a escrever. Como não sei se essa vontade continuará e para não perder os textos... eis que criei o meu blog.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Injustiça
Uns buscam,
Outros encontram,
Uns sonham,
Outros se desesperam,
Uns com tanto,
Outros a esperar...
Finalmente, a perfeição à vista
Mas, o amor não vem.
Outros encontram,
Uns sonham,
Outros se desesperam,
Uns com tanto,
Outros a esperar...
Finalmente, a perfeição à vista
Mas, o amor não vem.
domingo, 17 de janeiro de 2010
Uma agulha
Um passo a frente
Um desconforto
Uma agulha
Uma prisão
Não importa o tamanho do passo
As consequências estão presentes
O coração apertado
Um desconforto assíduo
Apesar da massagem
O momento foi impróprio.
Um desconforto
Uma agulha
Uma prisão
Não importa o tamanho do passo
As consequências estão presentes
O coração apertado
Um desconforto assíduo
Apesar da massagem
O momento foi impróprio.
Haiti
Uma dor severa
Uma dor extrema
Expande-se em meio ao pó branco
Aos poucos o pavor aflora
A poeira se deposita nos corpos sem vida,
Em outros corpos incrédulos, perdidos, vivos e mesmo assim sem vida.
Os olhares não acreditam,
Os corações choram
Milhares páram
O sangue se espalha entre os entulhos,
Escorre sobre a terra.
Quantas vidas se foram...
Quantas vidas irão...
Quantas vidas sequeladas...
Uma dor infinita... que nunca se apagará.
A tristeza presente
Um nó na garganta
Um olhar perdido
Uma mão estendida
Um pedido de socorro!
Uma dor extrema
Expande-se em meio ao pó branco
Aos poucos o pavor aflora
A poeira se deposita nos corpos sem vida,
Em outros corpos incrédulos, perdidos, vivos e mesmo assim sem vida.
Os olhares não acreditam,
Os corações choram
Milhares páram
O sangue se espalha entre os entulhos,
Escorre sobre a terra.
Quantas vidas se foram...
Quantas vidas irão...
Quantas vidas sequeladas...
Uma dor infinita... que nunca se apagará.
A tristeza presente
Um nó na garganta
Um olhar perdido
Uma mão estendida
Um pedido de socorro!
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Hanna
Um rostinho
Um choro forte que diz: aqui estou!
A pele tenra
As mãos pequenas
Tudo em harmonia.
De repente, uma alteração
Um susto
Uma prostração
Uma correria
Vários batimentos acelerados
Inclusive o seu.
Mesmo inerte,
Jogada em meus braços
Mantem-se suave, bela.
Tudo combina
As agulhas não
Um choro forte
Meu coração apertado
Seu rosto corado
Tudo começa a amenizar
A encontrar seu ritmo
Até o que costuma ser marrom
É festejado quando aparece verde
Mas a dor continua...
Meu peito apertado
Vendo-a lá, através do vidro
Bem cuidada, mas longe do meu abraço.
Um choro forte que diz: aqui estou!
A pele tenra
As mãos pequenas
Tudo em harmonia.
De repente, uma alteração
Um susto
Uma prostração
Uma correria
Vários batimentos acelerados
Inclusive o seu.
Mesmo inerte,
Jogada em meus braços
Mantem-se suave, bela.
Tudo combina
As agulhas não
Um choro forte
Meu coração apertado
Seu rosto corado
Tudo começa a amenizar
A encontrar seu ritmo
Até o que costuma ser marrom
É festejado quando aparece verde
Mas a dor continua...
Meu peito apertado
Vendo-a lá, através do vidro
Bem cuidada, mas longe do meu abraço.
domingo, 10 de janeiro de 2010
Apenas um detalhe
Cora coração
Decore todos os ritmos
Enfeite cada movimento
Desenhe cada detalhe
Espalhe vida
Inspire poesia
Liberte todos os nós
Insinue paixão
Desbrave os caminhos
Aproveite cada segundo...
Mantenha-me viva!
Decore todos os ritmos
Enfeite cada movimento
Desenhe cada detalhe
Espalhe vida
Inspire poesia
Liberte todos os nós
Insinue paixão
Desbrave os caminhos
Aproveite cada segundo...
Mantenha-me viva!
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Correntes
As palavras não serão suficientes para expressar o que estou sentindo: um contentamento, uma catarse, um experimentar, um choro, tudo aquilo que esperamos a vida inteira e por um minuto sentido, percebido, acarinhado, motivado, escrito nas linhas da minha vida; um momento único que mesmo acompanhado... mesmo assim, único, que explode e espalha-se por todo o universo, pelo meu mundo real, com pés no chão, mesmo estando nas nuvens.
É indescrítivel o sabor do querer, do desejar, do realizar, sem máculas, peso na consciência, de dominar um mundo inventado e imposto a todos e a mim...
Vamos cortar as correntes?!
Um brinde a esse querer, capaz de transformar uma vida.
É indescrítivel o sabor do querer, do desejar, do realizar, sem máculas, peso na consciência, de dominar um mundo inventado e imposto a todos e a mim...
Vamos cortar as correntes?!
Um brinde a esse querer, capaz de transformar uma vida.
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