O nome está aceso
Pisca incessantemente
A cada minuto
A cada piscadela
O nome reluz
A cada instante
Como um letreiro luminoso à beira da estrada
Surge das trevas
Dos contidos e claros sonhos
Da vala
Cheia de minhocas
Que corroem a alma
Sem um minuto de trégua
É curtido a ferro e fogo
Segundo a segundo
O sofrimento que não se quer apagar
Acesso e reluzente
Vivo ou morto sempre estará
No coração ferido
Sempre a desejar.
De uns dois anos para cá, passei a escrever. Como não sei se essa vontade continuará e para não perder os textos... eis que criei o meu blog.
terça-feira, 26 de abril de 2011
Vale do Sol
O vento chega rapidamente
As nuvens correm desembestadas
E avançam em nossa direção
Transformam a linda tarde
Em um sombrio escurecer
No ar, sinais de perigo
A mangueira balança seus galhos
Para lá, para cá
O carro quietinho, encolhido lá ficou
Da varanda olhares espantados
Maravilhados com tamanho poderio
Somos pequeninas
Enquanto, ela, se agiganta em segundos
A velocidade é sentida com o vento
Com a chuva sem direção
No ar pulverizado.
A visão causa medo
E muita admiração!
Ficamos embevecidas
Fitando tudo na maior tensão.
A visão é inesquecível
Dos gritos da menina Viky
"Tô com medo... mamã!"
Agarrada no colo mais protetor
Enquanto Lis,
Corria de um lado para outro
E mais feliz ficou!
Alguns minutos foram suficientes
Para transformar uma paisagem singular:
Brinquedos foram parar no meio do mato
Os coqueiros soltaram suas folhas
A pitangueira não resistiu e tombou
As cadeiras D. João levadas pelo vento
Foram servir a sua majestade
Lá no gramado do Vale do Sol!
As nuvens correm desembestadas
E avançam em nossa direção
Transformam a linda tarde
Em um sombrio escurecer
No ar, sinais de perigo
A mangueira balança seus galhos
Para lá, para cá
O carro quietinho, encolhido lá ficou
Da varanda olhares espantados
Maravilhados com tamanho poderio
Somos pequeninas
Enquanto, ela, se agiganta em segundos
A velocidade é sentida com o vento
Com a chuva sem direção
No ar pulverizado.
A visão causa medo
E muita admiração!
Ficamos embevecidas
Fitando tudo na maior tensão.
A visão é inesquecível
Dos gritos da menina Viky
"Tô com medo... mamã!"
Agarrada no colo mais protetor
Enquanto Lis,
Corria de um lado para outro
E mais feliz ficou!
Alguns minutos foram suficientes
Para transformar uma paisagem singular:
Brinquedos foram parar no meio do mato
Os coqueiros soltaram suas folhas
A pitangueira não resistiu e tombou
As cadeiras D. João levadas pelo vento
Foram servir a sua majestade
Lá no gramado do Vale do Sol!
segunda-feira, 25 de abril de 2011
O choro de uma Flor
“Florminense...”
Lis é bela!
Sensível, inteligente
Espirituosa, carismática
Carinhosa, alegre
É uma menina feliz!
Torcedora do Fluminense
Tricolor de coração
Sentada em meu colo
Torceu por nosso time
Na cobrança dos pênaltis
Sofreu com cada chute
E como criança, chorou!
Chorou por seu time
Que perdeu a partida
Mas, não o coração!
Lis é bela!
Sensível, inteligente
Espirituosa, carismática
Carinhosa, alegre
É uma menina feliz!
Torcedora do Fluminense
Tricolor de coração
Sentada em meu colo
Torceu por nosso time
Na cobrança dos pênaltis
Sofreu com cada chute
E como criança, chorou!
Chorou por seu time
Que perdeu a partida
Mas, não o coração!
terça-feira, 19 de abril de 2011
O Bom e o Mau exemplo
Giovanni e Damião
Sem qualquer antecipação
Deram as mãos na Corrida da Ponte
E cruzaram juntos a faixa de chegada.
A dupla Pé de Vento
Fez bonito na linda manhã de sol!
O Ronaldinho,
Ao perder o gol “roubado”
De pirraça
Só faltou se jogar no chão
Batendo as perninhas e o braçinhos
E chamando sua mãezinha (que agora se chama Patrícia!)
Além de “feio”, fez muito feio em não retribuir o aperto de mão!
Sem qualquer antecipação
Deram as mãos na Corrida da Ponte
E cruzaram juntos a faixa de chegada.
A dupla Pé de Vento
Fez bonito na linda manhã de sol!
O Ronaldinho,
Ao perder o gol “roubado”
De pirraça
Só faltou se jogar no chão
Batendo as perninhas e o braçinhos
E chamando sua mãezinha (que agora se chama Patrícia!)
Além de “feio”, fez muito feio em não retribuir o aperto de mão!
segunda-feira, 18 de abril de 2011
O saco (nagem) da rolha!!
O vinho era português
A rolha teimosa
O saca rolha de aço, ao invés
Era chinês
O que se viu,
Foi só insensatez!
Quatro mulheres
Em um só esforço
A puxar,
Rodar, girar e
Espremer entre as coxas
Mesmo assim todo o esforço foi em vão,
Pois a rolha, teimosa,
Da boca não saiu
As mulheres empenhadas
Com o ferro em mãos e
Técnica apurada
Romperam a rolha
Que mesmo teimosa
Foi afogada
No líquido saboroso
Que de gole em gole
Provocou um êxtase coletivo
E a rolha, teimosa,
No fundo da garrafa... sucumbiu!!
A rolha teimosa
O saca rolha de aço, ao invés
Era chinês
O que se viu,
Foi só insensatez!
Quatro mulheres
Em um só esforço
A puxar,
Rodar, girar e
Espremer entre as coxas
Mesmo assim todo o esforço foi em vão,
Pois a rolha, teimosa,
Da boca não saiu
As mulheres empenhadas
Com o ferro em mãos e
Técnica apurada
Romperam a rolha
Que mesmo teimosa
Foi afogada
No líquido saboroso
Que de gole em gole
Provocou um êxtase coletivo
E a rolha, teimosa,
No fundo da garrafa... sucumbiu!!
quarta-feira, 13 de abril de 2011
O Rego do Ronaldinho
O Rego levou Ronaldinho à ABL
Que não curte livro,
Mas adora pandeiro
Foi presenteado com o livro
"O Flamengo é puro amor"
Que achou que fosse uma bola
E então, chutou!
Fez um Gol de Letra
Na ignorância e nos marqueteiros
E o Machado, coitado,
Quase ressuscitou!
Que não curte livro,
Mas adora pandeiro
Foi presenteado com o livro
"O Flamengo é puro amor"
Que achou que fosse uma bola
E então, chutou!
Fez um Gol de Letra
Na ignorância e nos marqueteiros
E o Machado, coitado,
Quase ressuscitou!
domingo, 3 de abril de 2011
Eu e você - um berço esplêndido!
Quantas saudades do tempo em que caminhávamos de mãos dadas pelo calçadão, onde um contava integralmente com o outro e depois de tanto andar.. restava a constatação de que um sempre poderia contar com o outro.
Nunca houve, em anos de convivência pacífica, uma palavra mais dura, um sinal de briga ou desagrado, apenas o amor entre o homem e a mulher deixou de existir, mas a amizade, o carinho, o respeito, a solidariedade, jamais nos abandonou... pessoas que se amam, da forma mais genuína, de entrega absoluta.
Hoje, somos entendedores, eu de você e você de mim, da forma mais plena, sublime.
Te amo e sinto o seu amor!!
Nunca houve, em anos de convivência pacífica, uma palavra mais dura, um sinal de briga ou desagrado, apenas o amor entre o homem e a mulher deixou de existir, mas a amizade, o carinho, o respeito, a solidariedade, jamais nos abandonou... pessoas que se amam, da forma mais genuína, de entrega absoluta.
Hoje, somos entendedores, eu de você e você de mim, da forma mais plena, sublime.
Te amo e sinto o seu amor!!
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