A dor que empalidece,
A dor que entristece,
A dor que sufoca, que aperta
E se desnuda friamente.
A dor da ausência da carne,
A dor pela culpa de não ter feito mais...
Da minha ausência nos momentos incertos.
A dor da alma
Da minha, da sua.
Que faz chorar em silêncio,
Que não se pode dividir.
A dor,
Que irradia,
Que dilacera
Que corta o coração do outro,
Que nada pode fazer.
O mundo passa,
As pessoas passam,
As horas passam
E meu luto permanece.
A espera é longa,
Silenciosa,
Única.
De uns dois anos para cá, passei a escrever. Como não sei se essa vontade continuará e para não perder os textos... eis que criei o meu blog.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
Meu coração
Meu coração
No deserto
Cansado,
Desidratado...
Vai!
Pulsa,
Pulsa mais um pouco
Quem sabe,
Encontra o oásis
Que o destino reservou.
Meu coração
Cansado
No deserto
Desidratado
Puuulsa,
Puulsa,
Pulsa,
P...
Pulsa fraco
Sem desistir
Quer encontrar o oásis
Pulsa !!!
No deserto
Cansado,
Desidratado...
Vai!
Pulsa,
Pulsa mais um pouco
Quem sabe,
Encontra o oásis
Que o destino reservou.
Meu coração
Cansado
No deserto
Desidratado
Puuulsa,
Puulsa,
Pulsa,
P...
Pulsa fraco
Sem desistir
Quer encontrar o oásis
Pulsa !!!
domingo, 28 de agosto de 2011
Cravo Canela
Carne / Beijo
Extremo / Loucura
Prazer / Gozo
Carinho / Abraço
Cravo / Canela
Prazer / Beijo
Treme/ Extrapola
Explode / Grito
Amanhecer Juntos!
domingo, 21 de agosto de 2011
Retalho Pulsante
Sai
Vai
Recolhe todos os retalhos
Traz de volta
Recoloca em meu peito.
Ele anda cansado
De tanto sofrer
De tanto chorar
Traz...
Remendado,
Costurado
E novamente,
Inteiro...
De volta
Para o meu peito
Traz de volta
O pulsar,
O calor,
O sentimento,
As emoções,
De volta,
Mesmo suturado
Que volte pulsando,
Fazendo circular a vida por todo o meu corpo
Traz de volta
O calor,
O desejo,
O pulsar,
A vida...
A minha, a de antes,
Totalmente inteira!!
Vai
Recolhe todos os retalhos
Traz de volta
Recoloca em meu peito.
Ele anda cansado
De tanto sofrer
De tanto chorar
Traz...
Remendado,
Costurado
E novamente,
Inteiro...
De volta
Para o meu peito
Traz de volta
O pulsar,
O calor,
O sentimento,
As emoções,
De volta,
Mesmo suturado
Que volte pulsando,
Fazendo circular a vida por todo o meu corpo
Traz de volta
O calor,
O desejo,
O pulsar,
A vida...
A minha, a de antes,
Totalmente inteira!!
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
O tempo
Tempo...
Que tempo?
Ele não precisa ser visto
Ele passa impávido
Não olha para trás
Ele irradia a cura
De cada mal estampado
Você é que decide
Se transforma o triste em alegre.
Ele não concebe a inércia
Segue sempre impávido
Você é que decide
Acerca de você, de mim,
Ao longe...
Ele nunca se esconde
Ele nos tira e nos salva da mesmice
Um dia ele nos trouxe flores,
No outro, os espinhos
Hoje, você decide
Eu decidi por mim...
Ele passa impávido
Enquanto eu...
Acaricio uma nova flor
Os espinhos retirei com uma navalha
Neste momento, sinto o perfume da rosa
Que está tão próxima,
Na mesinha de cabeceira
Enquanto o tempo,
Passa impávido!!!
Que tempo?
Ele não precisa ser visto
Ele passa impávido
Não olha para trás
Ele irradia a cura
De cada mal estampado
Você é que decide
Se transforma o triste em alegre.
Ele não concebe a inércia
Segue sempre impávido
Você é que decide
Acerca de você, de mim,
Ao longe...
Ele nunca se esconde
Ele nos tira e nos salva da mesmice
Um dia ele nos trouxe flores,
No outro, os espinhos
Hoje, você decide
Eu decidi por mim...
Ele passa impávido
Enquanto eu...
Acaricio uma nova flor
Os espinhos retirei com uma navalha
Neste momento, sinto o perfume da rosa
Que está tão próxima,
Na mesinha de cabeceira
Enquanto o tempo,
Passa impávido!!!
domingo, 31 de julho de 2011
Enfim, mais de um é multidão!
Muitas expectativas
Quanta vontade...
De perceber
O que se vive
Você e tantos outros
Quantos desejos
Ocultos,
Guardados,
Escondidos,
Lá no fundo...
Mas sempre sentidos,
E sempre, sempre desejados.
Muitos pensamentos
Muitas imagens
Muitos sonhos
Muitas decepções
São tantas as vontades...
De muitos
De encontrar a razão
Junto aos lençóis
De matar a curiosidade
De sentir na pele
O que acontece
O que se mostra do outro lado
O que cada um tem a dizer
O que se passa em cada olhar
Por onde as mãos passam
O que os olhos percebem:
É uma encenação,
É uma atriz,
É um ator,
Corpos à mostra?
O que se quer,
O que se mostra,
O que se percebe
Em cada gesto,
Ao subir os degraus?.
Perceber pelos outros
Compreender a vulnerabilidade
Sentir o fio da navalha
A percorrer a carne
Ou simplesmente estar ali...
Enfim, mais de um é multidão!
Quanta vontade...
De perceber
O que se vive
Você e tantos outros
Quantos desejos
Ocultos,
Guardados,
Escondidos,
Lá no fundo...
Mas sempre sentidos,
E sempre, sempre desejados.
Muitos pensamentos
Muitas imagens
Muitos sonhos
Muitas decepções
São tantas as vontades...
De muitos
De encontrar a razão
Junto aos lençóis
De matar a curiosidade
De sentir na pele
O que acontece
O que se mostra do outro lado
O que cada um tem a dizer
O que se passa em cada olhar
Por onde as mãos passam
O que os olhos percebem:
É uma encenação,
É uma atriz,
É um ator,
Corpos à mostra?
O que se quer,
O que se mostra,
O que se percebe
Em cada gesto,
Ao subir os degraus?.
Perceber pelos outros
Compreender a vulnerabilidade
Sentir o fio da navalha
A percorrer a carne
Ou simplesmente estar ali...
Enfim, mais de um é multidão!
sábado, 30 de julho de 2011
Saudade: o passo que ficou!
Muito bom sair
Sem compromisso
Ter o domínio dos seus pés
O tamanho do salto não importa
O que vale, é o que ele representa.
Pode ser o Luís XV,
O rasteiro
O tipo Ana Bela...
Não importa o modelo
O importante é o seu poder sobre ele.
O essencial é poder voltar
Ter plena consciência
Saber onde pisou
Na lua, em cada estrela, no acelerador
Não importa onde, com quem ou como foi.
O importante é que:
Se possa saborear cada passo
Se possa refazer cada passo
Se possa relembrar cada passo
E possa sentir saudade de cada passo dado, um por um, detalhadamente!
Sem compromisso
Ter o domínio dos seus pés
O tamanho do salto não importa
O que vale, é o que ele representa.
Pode ser o Luís XV,
O rasteiro
O tipo Ana Bela...
Não importa o modelo
O importante é o seu poder sobre ele.
O essencial é poder voltar
Ter plena consciência
Saber onde pisou
Na lua, em cada estrela, no acelerador
Não importa onde, com quem ou como foi.
O importante é que:
Se possa saborear cada passo
Se possa refazer cada passo
Se possa relembrar cada passo
E possa sentir saudade de cada passo dado, um por um, detalhadamente!
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