Tantos se revelam
Outros se rebelam
Enquanto, muitos, à mão miúda
Retiram a essência
Perpetuam a dor
Tantos se revelam
No escuro
Tamanha a impunidade
De um mundo obscuro
Do outro lado
A vontade de fazer
Com meios tão escassos...
A lágrima corre diante da dor
Muitos se doam
Compartilham o sofrimento
Enquanto o ralo leva
A esperança da solução
Muitos se revelam
Enquanto outros se rebelam
Novamente tudo será esquecido?
A minha dor não silencia
Chegou a hora de gritar
A farra precisa acabar!!!
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