domingo, 31 de julho de 2011

Enfim, mais de um é multidão!

Muitas expectativas
Quanta vontade...
De perceber
O que se vive
Você e tantos outros

Quantos desejos
Ocultos,
Guardados,
Escondidos,
Lá no fundo...

Mas sempre sentidos,
E sempre, sempre desejados.

Muitos pensamentos
Muitas imagens
Muitos sonhos
Muitas decepções
São tantas as vontades...

De muitos
De encontrar a razão
Junto aos lençóis
De matar a curiosidade
De sentir na pele

O que acontece
O que se mostra do outro lado
O que cada um tem a dizer
O que se passa em cada olhar
Por onde as mãos passam

O que os olhos percebem:
É uma encenação,
É uma atriz,
É um ator,
Corpos à mostra?

O que se quer,
O que se mostra,
O que se percebe
Em cada gesto,
Ao subir os degraus?.

Perceber pelos outros
Compreender a vulnerabilidade
Sentir o fio da navalha
A percorrer a carne
Ou simplesmente estar ali...

Enfim, mais de um é multidão!

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